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Mostrando postagens de fevereiro, 2018

Por que nos desviamos tanto?

O maior problema da humanidade é o pecado. Tudo o que acontece de ruim ao mundo é conseqüência dele. Violência, famílias destruídas, miséria, fome, guerras. No fundo de cada um desses problemas está o pecado. E  por que seu alcance é tão vasto e sua presença é tão destruidora? Por um motivo simples: o pecado mantém Deus à distância ( Isaías 59:2 e Jeremias 5:25 ). E aí tudo começa a dar errado. A grande pergunta é: se a humanidade (ou grande parte dela) sabe que o pecado é destrutivo e que suas conseqüências podem ser trágicas, por que permanece nele? A questão aqui não são os tropeços que, eventualmente ocorrem no caminho, mas a prática constante, a convivência com o pecado. Inicialmente devemos entender o que vem a ser o ato de pecar. Duas palavras estão na origem do termo: HATTA’T , que pode ser encontrado em  Êxodo 32:31 . Assim como na primeira citação ( Gênesis 4:7 ). AVON , em  Êxodo 20:5 . Esses termos foram traduzidos para o grego  HAMARTIA ,...

Religiosos? Sim, por que não?

Há um jogo de palavras muito sutil e perigoso no meio cristão, especialmente o evangélico. Este jogo é baseado em conceitos vagos e abstratos, interpretados de acordo com a visão pessoal de cada um, e que, curiosamente convergem para o mesmo lugar comum. Se isso acontece por acaso ou não, é outra história. Termos como "religioso" e "religião" tornaram-se quase malditos nos dias atuais, sendo que, muitas vezes, por trás das visões que os combatem não encontramos exatamente o que deveríamos encontrar: vidas religiosas do ponto de vista bíblico.  Afirmações vazias como "Sou cristão, mas não sou religioso" afinal querem dizer o quê?  Na maioria dos casos, quem defende esse tipo de posicionamento, tem forte influência relativista, ou seja, vive um evangelho "próprio", com suas próprias regras, fazendo aquilo que entende ser o certo, desenvolvendo uma espécie de auto-suficiência espiritual, e, por não se submeter a situações fartamente conte...

O Chaveiro da Discórdia

Uma das afirmações que mais tenho ouvido nesses últimos anos, especialmente em igrejas “avivadas”, é que Jesus Cristo, após sua morte na cruz, desceu ao inferno e tomou umas chaves que satanás teria nas mãos. Alguns pregadores afirmam com toda certeza que se tratavam das chaves da vida e da morte. Outros, que seriam as chaves da morte e do inferno. E assim segue, dependendo da fertilidade mental de cada um. Nesse prisma, é importante que se observem algumas questões, que devem ser consideradas e pesadas à luz do que realmente interessa ao servo de Deus: as Sagradas Escrituras. Afinal, que chaves são essas? E por que supostamente estariam nas mãos do diabo? Jesus fala nas chaves do reino dos céus (Mateus 16:19). Certamente essas não estariam nas mãos do diabo. Mas em Apocalipse 1:18 ele diz: “Eu sou o que vivo; fui morto, mas estou vivo para todo o sempre! E tenho as chaves da morte e do inferno.” Se as chaves das quais esses pregadores falam forem essas, a primeira pergunta ...