Sim, o sistema existe. Você crendo ou não. Aliás, para ele é melhor que você não creia.
Algumas coisas deveriam chamar a atenção, mas, curiosamente, isso não acontece. Como eu creio em Deus e em sua Palavra, não tenho como analisar absolutamente nada sem submeter minhas impressões às Sagradas Escrituras. Sei que isso compromete a 'legitimidade intelectual' do texto, principalmente em um universo de marxistas (que as odeiam) e de acadêmicos relativistas (que não conseguem entendê-la, e por isso assumem imediatamente a postura preconceituosa de tentar, sem êxito, desconstruí-la). Pois bem.
Creio que estamos, desde o final de 2016, vivendo um período descrito por Nosso Senhor Jesus Cristo como o "Princípio da dores", uma etapa imediatamente anterior à Grande Tribulação. Não temos como precisar a duração desse período, pois não temos elementos para isso, diferentemente da própria tribulação que, de certa forma, se tem um consenso geral de que irá durar três anos e meio. Por crer nisto, entendo que algumas coisas começaram a tomar um ritmo diferente, uma dinâmica estranha, onde dados que estiveram encobertos por séculos, e que viviam no anonimato de juramentos e reuniões secretas passaram a ser expostos de uma hora para outra em uma profusão de informações como nunca se viu antes.
E é aqui que começam a agir os agentes do sistema, os "contra-informações". Pessoas com influência em meios de comunicação, mídia, ciência, tecnologia, política e outros tantos, cooptadas para desfazer, com todo tipo de argumento falacioso, as informações que vão mostrando as entranhas do sistema que governa o mundo que, segundo eles, não existe, é uma fábula. Mas é mesmo? Vejamos.
Os Bilderbergs sempre foram considerados um mito, um conto, uma lenda. Um mito que tem lugar para se reunir (comprovado), lista de convidados (comprovada), e que evita a imprensa como um vampiro foge da cruz. Não é difícil encontrar na internet um vídeo do patriarca Rothschield sendo questionado em praça pública por repórteres sobre a reunião do grupo, e respondendo que ele não estava lá, mas sim seu sobrinho. Fábula? Mito? Lenda? O nome do Banco Rothschield apareceu até na investigação da operação Lava-Jato. Sim, senhores, o grupo dos Bilderbergs existe.
E o Soros? Ah, claro, esse sabemos existir porque é um mega investidor, coisa e tal. O que os desconstrutores da verdade não querem que você saiba, é quais são as ONGs que recebem dinheiro dele, e quais suas pautas. Essa é uma informação até fácil de encontrar. Inclusive a famigerada "Mídia Ninja" é financiada por ele. Qual o interesse que um mega investidor europeu tem em financiar um negócios desses? Que retorno tem? Ele não me parece o tipo que rasga dinheiro.
A elite globalista começou a ficar preocupada. Os iluminatis e as demais sociedades secretas (ou vão dizer que elas não existem também?) começaram a se sentir ameaçados com esse turbilhão de vazamentos. Sua estratégia: bancar, pagar caro, para pessoas sem nenhum compromisso com a verdade, mas preocupadas com uma boa aposentadoria, apresentarem argumentos pífios e cheios de sofismas falaciosos para esvaziar a discussão. É só ter um pouquinho de bom senso e entender que é uma estratégia de urgência. Se as pessoas começarem a se familiarizar com o sistema e suas armadilhas, o prejuízo pode ser imensurável.
Creio em Deus, e por crer, admito a existência do diabo. Ninguém é obrigado a crer como eu. É uma questão de fé. E nessa linha de raciocínio não tenho dúvidas de que há grupos fazendo o trabalho sujo para as trevas aqui neste planeta. São os globalistas, os artífices da Nova Ordem Mundial. Sim, o sistema existe. Você crendo ou não. Aliás, para ele é melhor que você não creia, porque assim ele pode agir sem ser incomodado.


Neto Curvina
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